Jornada semanal cai para 40 horas: Congresso promulga PEC e mudança começa em 60 dias
Também nesta edição: ASO e PCMSO: a saúde ocupacional que evita autuação · Ergonomia: a AET e os ajustes que reduzem afastamentos
Por Redação SST News

Bom dia! Selecionamos o que importa em Saúde e Segurança do Trabalho hoje. Em poucos minutos, o que aconteceu, por que importa e o que fazer agora.
Quick Takes
- Para revisar: NR-1: revise inventário de riscos e plano de ação
- Para acompanhar: Riscos psicossociais já entram no PGR
Na edição de hoje
- Jornada semanal cai para 40 horas: Congresso promulga PEC e mudança começa em 60 dias
- ASO e PCMSO: a saúde ocupacional que evita autuação
- Ergonomia: a AET e os ajustes que reduzem afastamentos
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Jornada semanal cai para 40 horas: Congresso promulga PEC e mudança começa em 60 dias

O Congresso Nacional promulgou a PEC que reduz a jornada máxima de trabalho semanal de 44 para 40 horas, encerrando um ciclo de décadas sem alteração nesse limite. A transição começa em 60 dias e se completa em 12 meses.
O que aconteceu
A Emenda Constitucional aprovada pelo Congresso estabelece uma redução gradual da carga horária semanal, que passará de 44 para 40 horas ao longo de um ano. O prazo inicial para a vigência das primeiras mudanças é de 60 dias a partir da promulgação.
Por que importa
Na prática
Bottom-line
MEDICINA OCUPACIONAL
ASO e PCMSO: a saúde ocupacional que evita autuação

O PCMSO conecta a saúde do trabalhador aos riscos do PGR — e o ASO é a prova disso.
O que aconteceu
A NR-7 exige o PCMSO e os exames (admissional, periódico, demissional) conforme a exposição a riscos.
Por que importa
Na prática
Bottom-line
ERGONOMIA (NR-17)
Ergonomia: a AET e os ajustes que reduzem afastamentos

Dor e afastamento por LER/DORT costumam ter raiz ergonômica — e prevenível.
O que aconteceu
A NR-17 trata da adaptação do trabalho ao trabalhador: posto, mobiliário, ritmo e pausas.
Por que importa
Na prática
Bottom-line
Giro SST
ASO e PCMSO alinhados ao PGR evitam autuação
Exames ocupacionais em dia e coerentes com os riscos (NR-7).
Fonte: MTE ↗EPI (NR-6): CA válido, treinamento e fiscalização do uso
Entregar não basta — precisa ser o adequado ao risco e efetivamente usado.
Fonte: MTE ↗NR-35: trabalho em altura exige APR, ancoragem e resgate
Acima de 2 m, com permissão de trabalho, capacitação e plano de emergência.
Fonte: MTE ↗
Curiosidade SST
Por que o extintor tem classes (A, B, C)?
Cada classe combate um tipo de fogo: sólidos, líquidos inflamáveis ou energizados. Usar o errado piora o incêndio.
Na prática: Treine a equipe a ler a classe antes de agir — e mantenha a validade em dia.
SST sem Neura
- • Todo DDS começa com "vou ser rápido" e termina 25 minutos depois.
- • "Esse EPI atrapalha" — dito por quem nunca leu o laudo do risco.
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